Sol x Envelhecimento da pele: o que isso tem a ver? Tudo!

Somos um país privilegiado quando o assunto é sol. Acostumados a viver com dias ensolarados, basta apenas alguns dias nublados e chuvosos para começarmos a comentar que já estamos com saudades do sol. Particularmente, acredito que o sol está intrinsecamente relacionado ao nível de bom humor e à alegria dos nossos dias. Claro que um fim de semana chuvoso também é muito gostoso e gera bons sentimentos (também acho uma delícia ouvir o barulho da chuva!), mas que os raios solares de um domingo no parque trazem consigo muita energia positiva e bons sentimentos, isso não podemos negar, não é?!).

Porém, é fundamental termos ciência de que a exposição solar em excesso pode ser muito prejudicial ao nosso organismo, principalmente durante o verão, época em que geralmente estamos em férias e esquecemos de olhar para o relógio... nesta época, inclusive, apesar de sabermos das recomendações sobre a exposição solar, é  comum vermos praias e piscinas lotadas em horários onde os raios UVs são considerados altamente fortes e muito nocivos à pele.

E em relação à saúde da pele, quais efeitos podem ser originados a partir dos raios solares? De acordo com o Skin Cancer Foundation (Fundação Americana do Câncer de Pele), 90% do envelhecimento da pele é causado pela exposição ao sol e, segundo eles, os problemas causados pelo sol são cumulativos (23% dos raios solares que absorvemos durante a vida são acumulados até os 18 anos de idade).

De forma prática: nos horários entre às 10:00h e 15:00h, os raios UVS chegam a ser muito intensos, a ponto de penetrarem a derme, que é a camada mais profunda da pele e aonde se localiza o colágeno. Consequentemente, esses raios UVs afetarão a derme e ocorrerá uma degradação do colágeno, que é a substância responsável por manter a pele firme e jovem e manter os tecidos e órgãos do corpo humano saudáveis. Logo, essa proteína começará a ser produzida em menor quantidade pelo organismo, resultando na perda de elasticidade e jovialidade da pele.

Também, como o excesso de raios UVs é uma das principais fontes de radicais livres, essas substâncias passarão a ser produzidas em excesso pelo organismo, e, consequentemente, causarão o envelhecimento precoce da pele. Neste momento, começam a surgir as rugas, a flacidez, as manchas de idade e melasmas. Ainda, como um risco maior, os raios UVs também poderão causar o câncer de pele.

E, quando o assunto é envelhecimento, uma das partes do nosso corpo onde os sinais de envelhecimento se tornam mais visíveis, é o rosto, por estar mais exposto ao sol e por ser composto por uma pele mais sensível do que as demais partes do organismo.

E quais tipos de produtos ajudam a amenizar a aparência de rugas, manchas e flacidez? Especialistas recomendam o uso de hidratante, óleo e sérum faciais que possuam ingredientes antioxidantes tais como o chá branco, óleos essenciais de rosa mosqueta, prímula, amêndoas, jojoba, goji berry, confrei, entre outros; vitaminas A, C, E, etc.), cujas propriedades são muito eficazes no tratamento antienvelhecimento. Além disso, produtos feitos com ingredientes naturais também são mais indicados, pois não possuem substâncias químicas que agridem o organismo e aceleram/agravam o envelhecimento das células, como aqueles presentes nos cosméticos tradicionais.

Mas, e a questão da vitamina D, já que ela é essencial para o fortalecimento dos ossos e também é associada ao combate à depressão por muitos profissionais da saúde? Sim, a exposição ao sol é fundamental para o nosso organismo produzir a vitamina D e por isso é que especialistas recomendam que esta exposição aconteça antes das 10:00h e após às 15:00h, horários em que os raios UVs não são tão agressivos. Quanto ao tempo de exposição, 15 à 20 minutos diários também já são suficientes. Então, fica a dica: vamos aproveitar toda a energia que o sol nos oferece, mas conscientes dos horários e do tempo que ficaremos expostos à ele!

Texto escrito por Keisiane Zeni


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